Toca Alo, Alo Marciano. É Elis Regina quem canta, que voz, que espírito. Não foi por ela, nem creio que essa canção seria capaz de me levar a escrever nada, mas é certo que pensar Nela, não sei exatamente porque, me fez, “pues eso”. São os potenciais talentos que temos todos dentro, e não falo somente dos socialmente aceitos, falo principalmente dos que não, pelos que escrevo.
Sim, não é por acaso que são poucos os grandes gênios socialmente reconhecidos. Poucos, muitos, já sei, são medidas imprecisas, mas eu sou imprecisa, assim que entendam como melhor lhes pareça. Os “grandes gênios” dedicaram sua vida a uma coisa, causa específica, normalmente importante e de repercussão social, exatamente por isso, socialmente aceita. Todos os demais que em algum momento, ou em muitos, tenham pensado na vida, também desenvolveram certamente suas muitas teorias. Mas não, não se dedicaram exclusivamente a algo muito tempo de sua existência.
Chamem ingenuidade, chamem do que queiram, mas ando completamente otimista respeito às infinitas possibilidades e á complexidade do ser humano, acho inclusive, que ela é linda e enriquecedora. Acredito nas pessoas. Não justifico suas tantas faltas. As aceito, simplesmente. Me afasto daquelas pessoas que oprimem meu considerado espírito livre e sigo adiante. Mas voltemos aos talentos não desenvolvidos.
Como é tão fácil, prático e de mais eficiência nessa selva em que sobrevivemos, relativizar as coisas, simplesmente lhes digo que somos muitos ou quase todos capazes de pensar, por exemplo, em um modelo para reduzir ou acabar com tanto sofrimento no mundo, mas claro, isso seria desordenar uma suposta ordem, custa trabalho e tempo, coisa que não temos, infelizmente, hoje em dia. Antes, não sei. Costumam dizer que sim. Eu não acredito. Tudo é tempo. Tudo acaba. “Se me va el tiempo” e não desenvolvo uma vez mais minha genialidade, nossa, latente.
miércoles, 25 de junio de 2008
Manutençao do Corpo
Faz tempo já, mais de um mês para ser algo mais exata, que me proponho a escrever e não escrevo. Porque me falta o computador, porque quero fazer nada, ou simplesmente, causa mais recorrente, porque tenho sobre tanto o que escrever que abandono sem mais.
São 19h21, da tarde, como dizem aqui na Espanha. Chove, como todos os dias em algum momento em Santiago de Compostela. Tenho o notebook no colo, encima de mantas de lã e de uma almofada. Não faz tanto frio, dentro de mim um calor enorme e uma imensa vontade de viver coisas, boas de preferência, já que de “malas rachas” já vou bem.
Sei exatamente porque um bom tema para começar é a manutenção do corpo, porque é isso o que tem ocupado minhas horas, além do trabalho, claro, forma mais rápida e socialmente aceita de deteriorar o corpo. Um forte resfriado acompanhado de choro abundante e coriza, seguido de outro resfriado acompanhado de afonia nível 4 (classificação de 1 a 5), seguido de dor de garganta, de ouvido, de dente do juízo, (cheguei a pensar em câncer de boca) e para finalizar, constantes tonturas que se fossem prazerosas, me levariam a acreditar em um estado de drogadição permanente.
Apesar de tudo isso, não tenho certezas absolutas. Talvez a única certeza que tenha é de nunca ter certezas, nem mesmo sobre meu estado físico. Ah... isso sim, agora mesmo estou segura de que se não fosse pela constante manutenção do corpo, teríamos muito mais tempo para nós mesmos e para os demais, e isso é, no mínimo, agradável. Já pensou no que é importante fazer para uma boa manutenção do corpo? Vamos a algumas: tomar lácteos, vitamina C, minerais, uma taça de vinho, frutas, verduras, exercícios, ter uma atitude positiva, uma perfeita higiene, é quase infinita a lista...
E se em vez de formas humanas tal e como nos conhecemos, fôssemos como almas? Sim, almas livres, que transitam por onde querem e lhes apetece, que sim, se relacionam com pessoas, que lhes fazem bem e mal, mas não, não ter que realizar a sofrível manutenção do corpo. Que genial! Mas não, essa é uma idéia imatura, de gente louca, e sabem por quê? Porque isso é atrever-se a pensar algo diferente, diferente de tudo o que conhecemos. Isso é coisa de loucos. E sabe do que mais? Prejudica o corpo, porque afinal de contas, mente sana, corpo são. “Manda cojones...”
São 19h21, da tarde, como dizem aqui na Espanha. Chove, como todos os dias em algum momento em Santiago de Compostela. Tenho o notebook no colo, encima de mantas de lã e de uma almofada. Não faz tanto frio, dentro de mim um calor enorme e uma imensa vontade de viver coisas, boas de preferência, já que de “malas rachas” já vou bem.
Sei exatamente porque um bom tema para começar é a manutenção do corpo, porque é isso o que tem ocupado minhas horas, além do trabalho, claro, forma mais rápida e socialmente aceita de deteriorar o corpo. Um forte resfriado acompanhado de choro abundante e coriza, seguido de outro resfriado acompanhado de afonia nível 4 (classificação de 1 a 5), seguido de dor de garganta, de ouvido, de dente do juízo, (cheguei a pensar em câncer de boca) e para finalizar, constantes tonturas que se fossem prazerosas, me levariam a acreditar em um estado de drogadição permanente.
Apesar de tudo isso, não tenho certezas absolutas. Talvez a única certeza que tenha é de nunca ter certezas, nem mesmo sobre meu estado físico. Ah... isso sim, agora mesmo estou segura de que se não fosse pela constante manutenção do corpo, teríamos muito mais tempo para nós mesmos e para os demais, e isso é, no mínimo, agradável. Já pensou no que é importante fazer para uma boa manutenção do corpo? Vamos a algumas: tomar lácteos, vitamina C, minerais, uma taça de vinho, frutas, verduras, exercícios, ter uma atitude positiva, uma perfeita higiene, é quase infinita a lista...
E se em vez de formas humanas tal e como nos conhecemos, fôssemos como almas? Sim, almas livres, que transitam por onde querem e lhes apetece, que sim, se relacionam com pessoas, que lhes fazem bem e mal, mas não, não ter que realizar a sofrível manutenção do corpo. Que genial! Mas não, essa é uma idéia imatura, de gente louca, e sabem por quê? Porque isso é atrever-se a pensar algo diferente, diferente de tudo o que conhecemos. Isso é coisa de loucos. E sabe do que mais? Prejudica o corpo, porque afinal de contas, mente sana, corpo são. “Manda cojones...”
Mi selección personal./Minha seleçao pessoal.

Fotos que en determinados momentos han hecho historia, por lo menos para mí./ Fotos que em determinados momentos fizeram história, pelo menos para mim. Palacio de Pena. Lisboa. Portugal Nocturna. Lisboa. Portugal. Nocturna. Firenze. Italia. Templo del Amor. Palacio de Versalles. Versalles. Firenze. Italia. OPorto. Portugal. Sagrada Familia. Barcelona. España. Las Ramblas. Barcelona. España. París. París. Granada
Suscribirse a:
Entradas (Atom)